sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Big Band Dionízica

Montes Claros vive noite Dionízica


Sob a coordenação e regência do músico e professor Marcelo Andrade, a Big Band Dionízica revela entrosamento e harmonia, equilibrando a leveza e movimento da música brasileira com o swing performático do jazz, mostrando que música não é o que se toca, mas sim como se toca.


No próximo dia 06 de novembro, a noite montesclarense será embalada pelos acordes vibrantes do jazz, ao som da Big Band Dionízica, que se apresenta às 20 horas, no Ibituruna Shopping Center.

Lembrando as primeiras big bands que surgiram nos Estados Unidos em meados dos anos trinta do século passado, resultado do melting pot emigratório europeu e africano ocorrido em anos anteriores, a Big Band Dionízica assumiu o risco de tocar o jazz no seu melhor estilo, com repertório que incluiu pérolas como Over the Rainbow (de Harold Arlen e arranjos de Dave Wolpe); Beatriz (Edu Lobo); a sensual The Pink Panther (de Henry Mancini, com arranjo de Roy Phillippe); Água de Beber (de Tom Jobim e Vinícius de Morais com arranjo de Mauro Rodrigues), Fly me To The Moon (de Bart Howard, com arranjo de Sammy Nestico), Mission: Impossible Theme (de Lalo Schifrin e arranjo de Roger Holmes), entre outros clássicos.

Sob a coordenação e regência do músico e professor Marcelo Andrade, o grupo formado por alunos do Conservatório Estadual de Música Lorenzo Fernandez revela entrosamento e harmonia, equilibrando a leveza e movimento da música brasileira com o swing performático do jazz, mostrando que a música não é o que se toca, mas sim como se toca.

Como nenhuma apresentação de música instrumental está completa sem um momento de improviso, os acordes do saxofone de Marcelo Andrade prometem prender o fôlego dos atentos e desavisados. O som do menino-prodígio é sempre marcado por suspense e alívio, cadenciados por silêncio e sons, numa leitura musical singular e instantânea que o sagrou unanimidade.

A cozinha da Big Band Dionízica é comandada pelo contrabaixo de Pablo Barata, piano de Maria Lucia Avelar, percussão de Gladson Braga e Bateria de André Wanveler Rosa que faz cama macia e perfeita para os sopros de Antônio Jorge Soares Neto, Luciano Cândido Sarmento, Ildeilson Meireles, Daniel Gonçalves de Oliveira, Armando Mardem de Barros, Rodrigo Prates de Almeida, Kollek Pereira da Silva, Ananias Soares Neto, Eliel Lemos Cardoso, Itamar Dantas, Jefferson Rafael Silva, Filippe Dantas Rocha, André Wilson Nazareth Veloso, Marcos Alexander dos Santos e Kollek Pereira da Silva, combinando sofisticação e versatilidade, típicas do jazz, mas com um olhar com jeito de Brasil.

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