sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Som da Paz


Pearl Jam

Banda de Seattle se apresenta pela primeira vez em BH



Hoje tem super show da banda Pearl Jam, no Mineirão, em BH. Esta é a terceira vez que o Pearl Jam toca no Brasil, mas a passagem por BH é inédita.

Considerada um dos ícones do rock alternativo, a banda surgiu no início dos anos 1990 com sucessos como 'Alive', 'Even flow' e 'Jeremy'. O quinteto de Seattle está junto há 25 anos. São 10 discos de estúdio, muitos hits e dezenas de outras canções memoráveis.

Eles já se apresentaram no país em 2005, 2011 e, mais recentemente, em 2013, quando foram a principal atração do festival Lollapalooza, em São Paulo. No repertório, não devem faltar sucessos de toda a carreira da banda como 'Better man' e 'Daughter'. Músicas inéditas também podem ser tocadas.


PEARL JAM
Nesta sexta-feira, 20/11, às 20h30. Mineirão (Avenida Antônio Abrahão Caram, 1.001, Pampulha). Ingressos: de R$ 200 a R$ 500 (inteira), à venda pelo site www.t4f.com.br e no Mineirão, das 10h às 20h.

terça-feira, 17 de novembro de 2015

Afrodite - quandrinhos eróticos


Recebi da Alice Ruiz esse convite, e compartilho com meus leitores. 



Alice Ruiz é poeta e haikaista, nasceu em Curitiba/PR, em 22 de janeiro de 1946. Começou a escrever contos com 9 anos de idade e versos aos 16. Aos 26 anos publicou pela primeira vez seus poemas em revistas e jornais culturais. Lançou seu primeiro livro aos 34 anos. Até agora, são 21 livros, entre poesia, traduções e uma história infantil, que você pode conhecer clicando em AQUI

Alice Compõe letras desde os 26 anos - tem diversas canções gravadas por parceiros e intérpretes. Lançou, em 2005, seu primeiro CD, o Paralelas, em parceria com Alzira Espíndola, pela Duncan Discos, com as participações especialíssimas de Zélia Duncan e Arnaldo Antunes. Para conhecer essas gravações e os parceiros da poeta, dê uma olhadinha na, clicando  AQUI.

Já Paulo Leminski, é dono de uma extensa e relevante obra. Desde muito cedo, Leminski inventou um jeito próprio de escrever poesia, preferindo poemas breves, muitas vezes fazendo haicais, trocadilhos, ou brincando com ditados populares. Filho de pai polonês com mãe negra, Leminski sempre chamou a atenção por sua intelectualidade, cultura e genialidade.


segunda-feira, 16 de novembro de 2015

Festival de Jazz de Diamantina

Capacitação de empreendedores culturais inicia nesta terça-feira

A abertura dos trabalhos será com o guitarrista e curador do Festival, Toninho Horta

Nesta terça-feira, dia 17 de novembro, tem início o curso “Nosso negócio é música, gestão e produção cultural”, desenvolvido pelo Sebrae-MG, que tem como objetivo capacitar empreendedores culturais com viés específico para a área musical, inclusive no que tange às competências necessárias à administração da carreira de artistas, bandas e grupos.

O propósito é fornecer orientações tanto para a busca de recursos, quanto para a boa gestão, estimulando os participantes a apurarem seu olhar para as riquezas culturais à sua volta e facilitar os acessos ao instrumental técnico fundamental para que a atuação se dê de maneira eficaz e transformadora. 

O curso será ministrado pela professora de Pós-Graduação em Gestão Cultural da UNA BH, e da Escola Livre de Arte, Andreia Costa.  Ela também atua como consultora do SEBRAE e é sócia da empresa IMAGO Design e Eventos.

São oferecidas 30 vagas, gratuitas, com carga horária de 32h e ocorrerá de 17 a 20 de novembro, nos períodos da manhã e tarde, a partir  das 8h, no Sebrae (Praça Monsenhor Neves 59-b). A abertura dos trabalhos será com o guitarrista e curador do festival, Toninho Horta, que abordará a importância da música instrumental na economia criativa.

O público-alvo são os empreendedores coletivos como empresas, grupos organizados, associações, ONGs, cooperativas, pontos de cultura e outros, formais e informais e que atuam no setor musical.

SHOWS
As apresentações musicais acontecerão nos dias 3, 4 e 5 de março de 2016, por ocasião das comemorações do aniversário da cidade. O festival fará homenagem póstuma ao compositor Fernando Brant e ao músico Pacifico Mascarenhas. Ambos residiram em Diamantina onde iniciaram suas carreiras artísticas.

O primeiro Festival de Jazz de Diamantina será executado pela Estação Conhecimento. A produção é da Nó de Rosa e conta com os apoios do Sebrae- MG, do Banco Mercantil, do Governo de Minas,  da Prefeitura Municipal de Diamantina e do Ministério da Cultura.

Rio São Francisco

Assembleia promove debate sobre transposição do Rio da Integração Nacional



No dia 23 de novembro, a Assembleia Legislativa de Minas Gerais realiza um debate público sobre a transposição do Rio São Francisco. Com o tema “Velho Chico: transposição exige revitalização. Sem Minas não há salvação.”, o debate será realizado às 14h30, no Plenário Juscelino Kubitschek (Rua Rodrigues Caldas, 30 – Santo Agostinho – Belo Horizonte – MG)

Confira a programação:

14h30 – Abertura

14h40 – Transposição do Rio São Francisco, com Gilberto Occhi, ministro da Integração Nacional
Histórico da transposição do Rio São Francisco e acompanhamento físico-financeiro das obras.

15h10 - Revitalização do Rio São Francisco, com Felipe Mendes, presidente da Codevasf
Ações de revitalização, ações socioambientais e questão institucional.

15h40 – Rastreando o Rio São Francisco, com Lu Marini, piloto de expedições e CEO do Grupo Fly
A realidade e os personagens encontrados pelo piloto ao sobrevoar todos os quase 3.000 km do Rio São Francisco, passando por cinco estados e mais de 520 municípios.

16h10 – Debate

O Norte 12 anos

O Jornal O Norte de Minas, de Montes Claros, está comemorando 12 anos e, para marcar a data,  está produzindo uma série de matérias especiais com jornalistas que passaram pelo veículo. Republico a matéria em que conto um pouco da minha trajetória a partir da participação no Jornal, como estagiária, repórter editora-adjunta e aditora-chefe.

Jerúsia Arruda: a estagiária que se tornou editora-chefe


O Norte segue com as reportagens especiais durante o mês em que comemora 12 anos. Na edição de hoje, a homenagem é direcionada para a jornalista Jerusia Arruda, uma profissional que percorreu todos os caminhos dentro da redação, de estagiária à editora-chefe.




O Norte segue com as reportagens especiais durante o mês em que comemora 12 anos. Na edição de hoje, a homenagem é direcionada para a jornalista Jerúsia Arruda, uma profissional que percorreu todos os caminhos dentro da redação, de estagiária à editora-chefe.

A boa desenvoltura para escrever notícias foi o ponto forte da jornalista Jerúsia Arruda durante toda sua trajetória em O Norte. Entrou no jornal para fazer o seu primeiro estágio quando estava no 4° período do curso de Jornalismo, após três meses foi contratada como repórter. Alguns meses depois foi elevada à condição de editora-adjunta, função que compartilhava com o jornalista Eduardo Brasil.

Jerúsia sempre transitou no mundo da arte e, por sorte, ela ficava responsável pelas editorias de Educação e Cultura. A jornalista também produzia conteúdo para o Jornal Opinião, um precursor de O Norte. “O jornal me deu a oportunidade de escrever sobre algo que eu tinha afinidade. Certamente, se tivesse iniciado em outra editoria que não a de Cultura, não teria tanto aprendizado. Mas, além do trabalho como repórter, O Norte ampliou minhas fronteiras e, generosamente, me deu a oportunidade de desenvolver habilidades como: edição, trabalho em equipe e liderança. Foi através destas condições que me tornei uma profissional mais preparada. Devo muito do que sou hoje à experiência que adquiri trabalhando no jornal”, comenta.

A primeira missão de Jerúsia como repórter no jornal foi entrevistar o poeta, compositor e diretor de teatro, Jorge Salomão, que estava em Montes Claros para participar do Salão de Poesia Psiu Poético. No início algumas pessoas não acreditaram que ela conseguiria escrever a matéria, mesmo assim não desistiu e escreveu. No dia seguinte recebeu o telefonema do artista, dizendo que nunca havia lido uma reportagem sobre ele tão boa como a dela.  “Foi uma grande honra entrevistá-lo, pois além dele ser compositor das músicas que eu amava, Jorge era irmão do grande Waly Salomão, de quem eu era e sou muito fã. Receber o elogio dele me deu coragem e confiança para continuar acreditando que poderia me tornar uma jornalista”, afirma.

Segundo Jerúsia, no jornal ela teve a oportunidade de viver momentos únicos e inesquecíveis. Fazer reportagens com músicos, escritores e artistas plásticos era o seu maior prazer. “Fiz entrevistas especiais com muita gente que eu gostava, como Arthur Moreira Lima, os irmãos Lô e Márcio Borges, Nelson Motta, o grande escritor Bartolomeu Campos Queiroz, e tantos outros. Foi tanta gente que meu saudoso amigo Peré até me sugeriu editar um livro com essas entrevistas. Me apaixonei pelas artes plásticas ao conhecer mais de perto o trabalho de Conceição Melo, Márcia Prates e João Rodrigues. Também tive a oportunidade de abrir espaço a tantos artistas da região, com quem sempre convivi, e que têm tantas histórias para contar, como Téo Azevedo, Charles Boavista e outros que tive o privilégio de entrevistar. Por ter vivido intensamente o universo da música, entendia os anseios da classe e reconhecia o que poderia fazer diferença. Um marco pra mim foi a cobertura do primeiro Festival de Cinema de Montes Claros, um marco histórico para a cultura montes-clarense”, explica Jerúsia.

Atualmente a jornalista trabalha como assessora de comunicação do SAMU Macro Norte, em Montes Claros. A sua experiência no jornal foi o start para o seu desenvolvimento profissional. “No jornal tive o privilégio de exercitar a prática com profissionais experientes, altamente qualificados, confrontar o que aprendia na faculdade com a realidade de mercado, avaliar o que funcionava e o que dificilmente passaria de ideologia. Foi um laboratório importante para minha formação. O Jornal O Norte faz parte de mim. Não trabalho mais no veículo, mas acompanho as produções dos colegas que permaneceram na equipe e creio que, caso decida retornar à imprensa, O Norte é o meu lugar”, conta.

Jerúsia saiu do jornal em 2007 e no final de 2010 retornou como editora-chefe, permanecendo no cargo até 2011. “Guardo uma lembrança de cada colega, gravada em minha memória afetiva, mas tenho um carinho especial pela jornalista Adriana Queiroz, com quem me encontrei na faculdade e de quem sempre estive próxima, de alguma forma. Outra pessoa que jamais vou esquecer é o Alzemar, que ajuda a manter o jornal com a alma. A generosidade, simplicidade e amizade dele me comovem”, comenta emocionada.

De acordo com a jornalista, o jornal abriu portas para o sucesso da sua profissão. “Desejo a O Norte que ele se renove e continue sendo esse veículo que já nasceu grande. Sou grata pela oportunidade que me foi dada e pelo carinho e amizade dessa equipe que sempre soube dar voz a quem nem sempre tem oportunidade de se fazer ouvir”, finaliza.