quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

Poesia em Cartaz


A poesia de Renilson Durães em exposição


 Até o dia 15 de fevereiro,  os trabalhos do poeta são atração do Painel Juca Neto



Nesta sexta-feira, 1º de fevereiro, o poeta a Renilson Durães estrela na Exposição Permanente de Poemas do Painel Juca Silva Neto, na Biblioteca Pública Antônio Teixeira de Carvalho, no Centro Cultural Hermes de Paula, em Montes Claros.

Primeiro expositor do ano no Painel, Renilson Durães começou a escrever desde a adolescência, por volta da década de 1970, e acumula cerca de 60 textos. “Comecei a redigir poesias envolto pelas ideias modernistas, iniciando um movimento na cidade. Daí pra frente nunca parei”, conta Durães, que é um assíduo participante dos movimentos culturais de Montes Claros, entre eles, o Psiu Poético.

Os poemas de Renilson Durães têm uma influência marcante e muito particular da filosofia e cultura orientais inspirados nas ideias dos mestres e grandes pensadores como Osho, Kalil Gilbran e Hermann Hesse. Ele utiliza elementos ora da natureza, ora da filosofia, religiosidade e psicologia para interpretar os fatos, ao tempo que saltam para as reflexões do mundo interior, dos pensamentos e sonhos, numa tentativa de mostrar a força das angústias ou inquietações na vida humana e fazer sobressair o valor dos bons sentimentos.

Renilson, que também é professor, destaca que a poesia exerce grande poder entre os seres humanos. “A poesia revela minhas feridas, minha alma, mas, ao mesmo tempo, é capaz de ajudar a viver melhor, mesmo não tendo a poesia a obrigação de ser útil”.

Até o dia 15 de fevereiro, o público pode conhecer os trabalhos do expositor.

Os poetas interessados em expor os seus poemas podem procurar o Centro Cultural Hermes de Paula das 8 às 12 horas, de segunda a sexta feira. Mais informações podem ser obtidas pelo (38) 3229-3458.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Alegria na adversidade


Alegria na adversidade

Jovens se preparam para atuar como Doutores da Alegria



O grupo Missionários Bom Samaritano realizou na tarde do último domingo, 27 de janeiro, treinamento para formação de novos Doutores da Alegria. Realizada na Casa do Senhor, espaço da renovação Carismática Católica da Arquidiocese de Montes Claros, a formação reuniu cerca de 60 jovens, que receberam instruções para o trabalho voluntário de visita a hospitais, asilos e casas de repouso.

Segundo André Kévny Alves, idealizador do Missionários Bom Samaritano, o trabalho dos Doutores da Alegria é realizado há três anos pelo grupo. “Iniciamos esse trabalho de forma intuitiva, sem saber muito que fazer, apenas com o chamado no coração e o desejo de ajudar as pessoas. Aos poucos fomos nos qualificando e, hoje, mantemos um cronograma regular de visitas ao hospital Santa Casa, sempre às quartas-feiras e sábados, e estamos retomando as visitas à Fundação Dilson Godinho, que foi a unidade hospitalar onde iniciamos o projeto”, relata.
 
 André explica que o trabalho é voluntário, mas é preciso um preparo inicial, com noções de ética, autocuidado e arte cênica. Durante a formação, os voluntários aprendem como se comportar no ambiente hospitalar e a melhor forma de estabelecer contato com os pacientes. “Não temos um manual técnico, nem somos profissionais das artes cênicas. As orientações são para manter a segurança do paciente e do voluntário, que é preparado psicologicamente para as visitas”, observa.

Segundo o seminarista, mais de duzentas pessoas já fizeram as visitas hospitalares com o grupo e são muitas as motivações que as levam a fazer esse tipo de trabalho. “Mas é preciso haver clareza do por que da realização do trabalho e um comprometimento por parte do grupo em relação às visitas. Nem sempre o paciente quer brincar, não se envolve. Às vezes ele não tem mais controle sobre seu corpo e já perdeu a esperança e quer algo mais. Precisamos estar preparados”, explica.

Durante a formação, o depoimento de Francielle, de 20 anos, que sofreu de leucemia ainda na adolescência, chamou a atenção dos participantes sobre a importância do trabalho dos Doutores da Alegria na sua recuperação. “Fiquei muito tempo internada para tratamento e aguardava com ansiedade a chegada dos Doutores da Alegria. Mesmo não tendo muita disposição física, as brincadeiras, as músicas e a alegria que aquele grupo trazia ao quarto, onde morria gente o tempo todo, eram um alento, uma motivação”, conta Francielle.

Jonathas Oliveira participa do grupo desde sua formação e diz que é uma sensação indescritível o contato com os pacientes. Músico e poeta, com o personagem Dr. Minduin, ele canta e conta histórias aos pacientes adultos. “É um trabalho individual, de pessoa para pessoa, cada um com sua história, com seu drama. Para cada uma delas é preciso ter uma abordagem, à vezes alegre, engraçada, às vezes séria e profunda. Mais que contar nossas histórias é preciso saber ouvir as histórias delas com leveza, respeito, amor e cuidado”, ressalta.

Segundo Jonathas, a formação de novos Doutores da Alegria vai reforçar o trabalho do grupo, que está se consolidando a cada dia. Além dos hospitais, o grupo também realiza visitas domiciliares e a asilos, com brincadeiras, rodas de conversas e trabalho de evangelização. “Muitos pacientes contam com nossas visitas nos hospitais e precisamos ampliar o grupo para atender à crescente demanda”, explica. 

O grupo Missionários Bom Samaritano ainda não possui sede própria, mas realiza periodicamente a formação de novos integrantes. Devido às particularidades do trabalho não é possível acompanhar as visitas aos hospitais antes de passar pelo treinamento, mas os interessados em participar podem ligar para o telefone (38) 9156-5550 e agendar o treinamento.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Leve um livro para casa



LEVE UM LIVRO PARA CASA

Projeto distribuirá livros gratuitamente no centro do Rio de Janeiro

A boa notícia literária de hoje vem da queria Maria Luiza Falcão. Segundo a escritora, nesta quinta-feira, 24 de janeiro, quem estiver no Centro do Rio de Janeiro e passar no Centro Cultural da Justiça Federal de 13h às 19h ,  vai poder levar para casa um livro. O Centro Cultural fica na Avenida Rio Branco, 241 – Cinelândia.

Serão distribuídos gratuitamente cerca de 600 livros em mais uma ação do projeto social Livro de Rua. Tem para todos os gostos: romances, obras científicas, de autoajuda, didáticos, religiosos, para crianças e jovens, entre outros.

Convencido de que Monteiro Lobato estava absolutamente certo quando declarou que “um país se faz de homens e livros”, o Instituto Ciclos do Brasil atua desde 2008 desenvolvendo ações de fomento à leitura.

Num país onde a leitura é quinta opção da população para uso de seu tempo livre, conforme aponta pesquisa do Instituto Pró-Livro, o Ciclos do Brasil tem desenvolvido, através de programas voltados para ações voluntárias, atividades relacionadas ao incentivo à leitura. O Ciclos do Brasil tem como motivação para seu trabalho esse desafio - o incentivo da busca de conhecimento pelas páginas de um livro.

O Livro de Rua é mantido por voluntários e adeptos da causa da leitura, visando transformar o Rio de Janeiro em uma grande biblioteca pública. O projeto é inspirado no bookcrossing, movimento realizado em mais de 130 países que distribui gratuitamente livros de diversos gêneros pela cidade, com o intuito de que esses sejam “encontrados”, lidos e depois ganhem liberdade novamente. No projeto Livro de Rua os livros podem ser libertos de duas formas:

Libertação em locais públicos (locais com grande movimento de pessoas) e nas Bibliotecas da Liberdade, espaço de leitura onde as pessoas podem retirar e deixar livros livremente (pode ser padaria, igreja, salão de cabeleireiro, etc). Até o momento libertamos cerca de 20 mil livros em diversas comunidades do Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Duque de Caxias.

É de graça e sem burocracia. O único compromisso é passá-lo adiante depois de ler. Basta deixá-lo em algum local público (praça, posto de saúde, padaria, ponto de ônibus, bar), onde seja grande o movimento de pessoas.

Todos os livros distribuídos são arrecadados através de doações.


Mais informações:
http://www.livroderua.com

Poesia em cartaz


POESIA EM CARTAZ
Biblioteca do Centro Cultural abre espaço para novos poetas

 Centro Cultural Hermes de Paula

Estão abertas as inscrições aos interessados em exibir seus poemas no Painel Permanente de Poesia Juca Silva Neto, da Biblioteca Pública Municipal Dr. Antônio Teixeira de Carvalho, no Centro Cultural Hermes de Paula, em Montes Claros.

A iniciativa da Secretara Municipal de Cultura visa incentivar a produção artística de estudantes e jovens poetas. Para inscrever, basta que o interessado compareça ao Centro Cultural Hermes de Paula e apresente entre 8 e 10 poemas, uma breve biografia e uma fotografia.

Os trabalhos ficarão expostos por 15 dias, cada um, no horário de funcionamento da biblioteca, que vai de 8h às 22h. Mais informações podem ser obtidas com Aroldo Pereira pelos telefones 3229-3456 ou 3229-3458, ou no Centro Cultural, que fica na Praça da Matriz, no centro histórico da cidade.

JUCA
O nome do Painel Permanente de Poesia é um reconhecimento aos trabalhos literários e artísticos de José Pereira da Silva Neto, o Juca Silva Neto. Poeta, cordelista e repentista, Juca Silva Neto nasceu em Coração de Jesus, mas viveu quase toda a vida em Montes Claros.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Olhar de Cinema



OLHAR DE CINEMA

Segunda edição do Festival Internacional de Curitiba amplia prêmios, número de salas e dias de duração




Estão abertas as inscrições para a segunda edição do Olhar de Cinema - Festival Internacional de Curitiba, que neste ano será realizada de 6 a 14 de junho. As inscrições podem ser feitas até 1º de março.

Além da sua duração, que agora passa a ser de nove dias, o Olhar de Cinema 2013 - Festival Internacional de Curitiba também com uma sala a mais no Espaço Itaú, e com projeções pelo sistema DCP tanto em 2D como em 3D.

O objetivo do Festival é promover reflexões sobre o cinema e formar novos olhares, por meio de um destaque dado a curtas e longas metragens pouco comuns nas salas de cinema brasileiras.

Abrangendo várias expressões culturais, o festival busca uma seleção de filmes que se comuniquem entre si, combinando novos talentos, diretores veteranos, convidados prestigiados e o público presentes num mesmo lugar.

Na edição do ano passado, participaram mais de 11 mil pessoas entre convidados e público, do Brasil e da América Latina. Foram exibidos 73 filmes de 22 países.
 
Confira as premiações:

 ·         Melhor Filme Competitiva Internacional Longa – R$ 12.000

·         Melhor Filme Competitiva Brasil Longa – R$ 10.000

·         Melhor Filme Competitiva Internacional Curta - R$ 4.000

·         Melhor Filme Competitiva Brasil Curta – R$ 3.000



Informações e inscrições no site: www.olhardecinema.com.br