sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Natal

Então é Natal

Finalmente, chegou o Natal esperado por todos: de mesa farta, da troca de presentes, da fantasia do Papai Noel que entusiasma crianças e adultos, das luzes e enfeites, dos sonhos de renovação, da expectativa de que o ano novo será melhor. Época em que as pessoas se revestem de esperança e sonhos e não poupam esforço para externar o desejo de boas festas e próspero ano novo através de criativos cartões.

Também é o Natal das compras. Não importa a dificuldade, todos encontram um jeito de comprar uma lembrancinha - ou roupas, sapatos, brinquedos, joias móveis e uma infinidade de outros objetos, muitos que nem serão usados. E o comércio se arma para garantir que todos os desejos possam ser atendidos.

É o Natal da vontade e da iniciativa de ajudar aos mais necessitados através de campanhas para arrecadar donativos – algumas delas, marketing disfarçado de solidariedade. Mas o que importa é fazer uma criança feliz, é ajudar uma família carente a ter uma refeição melhor neste dia.

Enfim, é Natal.

O que se espera é que todos os desejos expressos nos cartões possam se cumprir. Que as famílias se reúnam e reencontrem a harmonia, a união, e se fortaleçam.

Que as pessoas possam redescobrir o amor na simplicidade.

Que a generosidade seja sincera e, além do pão, as pessoas compartilhem a esperança de seguir adiante. Que a fé aqueça os corações e fortaleça o espírito.

Que a graça de Deus que fez o menino para estar em nosso meio renasça e permaneça no coração e na vida das pessoas.

Assim, realmente será Natal. Não só o esperado por todos, mas o verdadeiro Natal.

Montes Claros

A cidade dos tolebas

Montes Claros é mesmo uma cidade atípica. Foi fácil chegar a essa conclusão depois de um rápido passeio pela praça da Matriz na noite da última sexta-feira, 17/12. A praça abriga a Feira de Artesanato que acontece em horário especial durante o período de compras para os festejos natalinos e é curioso observar o contraste de cores, aromas e sabores, além da diversidade da arte produzida por dezenas de artesãos da cidade e região que ali expõem seus trabalhos.

Logo que se chega à praça, o primeiro impacto é olfativo, uma mistura do cheiro do arroz com pequi e do acarajé da baiana do Santos Reis.

Mais adiante, a barraca de CDs piratas divide espaço com a literatura de cordel, os licores e o berrante de Jason de Morais, que cochila preguiçosamente enquanto o freguês não vem.
As camisetas de malha decoradas com fitas dos catopês e com o triângulo da bandeira mineira estão expostas tendo, de um lado, as batas e vestidos indianos e, do outro, bijuterias heavy metal.

Mas toda essa mistura é natural, típica de um país de diversidade como é o Brasil. Atípico é o que se ouve.

Montes Claros é uma cidade cuja efervescência cultural é conhecida reconhecida nacional e até internacionalmente, principalmente pela qualidade da música produzida pelos seus artistas. Mas enquanto artesãos se inspiram na cultura da região para produzir suas peças e, ainda, promover a feira em um local que é a história viva da cidade, a música que vem do coreto destoa de todo o cenário.

Em um volume absurdamente alto, o que se ouve não é chorinho, não é samba, não é grupo Raízes, Agreste, Maia e Boavista, Pedro Boi, Beto Guedes, Bob Marcílio ou os irmãos Coimbra. Nem mesmo é o sertanejo da dupla Sérgio e Rodrigo ou Roberto e Ramon.

Qual o quê! O som do coreto vem de outras terras: Lara Fabian, Celine Dion, Fred Mercury, baladas dos anos 70/80, lindas, românticas, mas que nada têm a ver com feira, com a praça ou com as pessoas que por ela circulam, pelo menos naquele momento.

E quando alguém se arrisca a pedir ao pseudo DJ para mudar a música ou abaixar o volume, a resposta mal-educada já está na ponta da língua: “essas músicas são muito bregas”.

O que será que os organizadores pensam? Se é que pensam. Sim porque, muito além do aspecto financeiro, a feira parece ter o firme propósito de valorizar a arte montes-clarense e norte-mineira. Pelo menos é essa a idéia divulgada pelos organizadores, principalmente a associação de artesãos. Seria uma excelente oportunidade de fazer uma conexão entre os artistas de um modo geral, como é feito, por exemplo, na Feira do Sol, em Goiânia, onde os artistas aproveitam o grande público que visita a feira para divulgar sua música. A feira chega, inclusive, a revelar novos talentos.

O curioso nesta história é como algumas pessoas que se despontaram pela verve artística, mas ao chegar aos cargos onde poderiam criar oportunidades para seus parceiros da arte, ignoram. A desculpa é sempre a mesma: falta de recurso, mas isso se acontece mesmo em casos em que não há necessidade de nenhum investimento financeiro, como é o caso da Feira de Artesanato que, se não dá mais para pagar o cachê ao artista, como era feito anos antes, pelo menos priorizasse seu trabalho no som mecânico, que não tem custos.

Parece que tinha razão quem disse que, em vez de cidade da arte da cultura, Montes Claros é mesmo a cidade dos tolebas.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Norte de Minas

Artesanato movimenta economia na zona rural do Norte de Minas

 Doze mulheres da comunidade de Jatobá no município de Coração de Jesus, recebem até o dia 17 de dezembro, o curso Artesanato de Fibras Naturais, realizado numa parceria entre o Sindicato dos Produtores Rurais e Senar Minas.

A demanda pela realização de cursos de Artesanato em Fibras Naturais no Norte de Minas, vem crescendo muito, segundo os Sindicatos de Produtores Rurais, associações e cooperativas conveniadas ao Senar. A procura é maior por parte das trabalhadoras e produtoras rurais que buscam uma fonte de renda.

A procura por artigos artesanais para decoração também vem crescendo, principalmente por lojas de decoração. E os lojistas que se interessam pelas peças artesanais estão cada vez mais exigentes com a qualidade dos produtos, portanto, manter um nível de qualidade na produção é um fator importante para o sucesso, segundo a instrutora Guiomar Mendes.

Conforme a instrutora, a matéria-prima escolhida para a produção deve ser encontrada com facilidade na sua região, pois isso diminui os custos de produção e fideliza o produto à localidade onde é produzido.

TÉCNICAS
No curso as alunas aprendem a produzir peças usando a palha de milho, fibra de bananeira, folhas e flores, sementes, dentre outras. Ainda segundo a instrutora Guiomar, as mulheres além de ganharem seu próprio dinheiro, também recuperam a auto-estima e descobrem o espírito empreendedor. Dentre os artigos produzidos no curso estão: mandalas, cestos de pão, arranjos de flores, balaios, luminárias, embalagens de presentes, dentre outros.

A valorização das fibras naturais é um processo muito importante, pois agrega valor ao produto. No Norte de Minas, tem a bananeira, cocos macaúba e catulé, variados tipos de plantas do cerrado e caatinga, dentre outros, tudo em abundância, fonte de matéria prima constante para o artesanato.

Certamente essa atividade acaba por gerar trabalho e garantir sustento a um grupo considerável de pessoas, ajudando também a economia da região. O Brasil é o maior produtor mundial e também o maior consumidor do artesanato feito a partir da fibra, o que constitui uma fonte permanente de renda familiar para os artesãos e para o País.











segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Grupo de Teatro Fibra

Major Prates recebe turnê expresso sertão IV

Grupo fibra encerrou na noite deste domingo a turnê com o espetáculo Brincando de Brincar

Neste domingo, 12/12, crianças, adolescentes e até adultos, moradores do Grande Major Prates, viveram um momento mágico, com a apresentação do espetáculo Brincando de Brincar, do Grupo Teatro Fibra.

A apresentação aconteceu na praça central do bairro, em frente à Igreja Matriz de Nossa Senhora Aparecida e São Francisco de Assis, marcando o encerramento da temporada da caravana do Expresso Sertão 2010 que neste ano visitou as cidades de Joaquim Felício (04/09), Bocaiuva (22/10), Francisco Dumont (06/11), Augusto de Lima (27/11) e Lassance (28/11).

A apresentação gratuita mobilizou a comunidade do bairro que aproveitou a oportunidade para colocar as barraquinhas com venda de refrigerantes e guloseimas da culinária norte-mineira. Parte da renda será revertida para a reforma da igreja Matriz de Montes Claros.

- Foi uma grande apresentação. O povo montes-clarense é muito receptivo e apresentar aqui foi tão bom quanto nas cidades onde passamos com a turnê – avalia Terezinha Lígia, responsável pela concepção e direção do grupo de teatro Fibra.

Lucílio Gomes, ator, dançarino e diretor teatral que assina as coreografias, diz que o espetáculo Brincando de Brincar já rendeu bons frutos.

- O espetáculo canta histórias em quadros, ora interpretados, ora coreografados, com passos legítimos de danças populares brasileiras. Com ele, o grupo Fibra já arrebatou o prêmio Artes Cênicas do Estado de Minas Gerais (Cena Minas) e o Projeto Cena e Atitude, patrocinado pela V&M do Brasil, comemora.

VEM VER BOI
Além da turnê, este ano a agenda do grupo Fibra também incluiu o espetáculo Vem Ver Boi, com apresentação em Lagoa Santa (14/09) e Belo Horizonte (14/11).

Após a apresentação nestas cidades, o grupo Teatro Fibra entra em recesso.

- Mas voltará em 2011 com novidades. É aguardar. Estamos precisando deste período para descansar e recuperar as forças para as novas aventuras que virão no próximo ano - finaliza Terezinha Lígia.

FEC

Fundo Estadual de Cultura lança edital 1010


O edital 2010 do Fundo Estadual de Cultura (FEC) já está com as inscrições abertas. O prazo para apresentação de projetos pela modalidade “Liberação de Recursos Não Reembolsáveis” vai até 8 de fevereiro de 2011. Já para o “Financiamento Reembolsável”, as inscrições podem ser feitas entre os dias 1º e 10 de cada mês, até a publicação do próximo edital, em 2011.

A quinta edição deste mecanismo de fomento da secretaria de estado de Cultura de Minas Gerais apresenta algumas mudanças que visam à aprimoração das ações, como alterações expressivas em seus instrumentos legais. Assim, a entidade que não tiver no Estatuto, Contrato Social ou Contrato Consolidado o caráter prioritariamente cultural poderá apresentar projetos, desde que os objetivos e as ações propostas sejam estritamente artístico-culturais.

O FEC continua representando, cada vez mais, um importante mecanismo de fomento e incentivo à cultura ao apoiar projetos que, tradicionalmente, encontram maiores dificuldades de captação de recursos no mercado. Os projetos aprovados vão desde a edição e distribuição de livros, edição de DVDs, produção de CDs, à construção e reforma de cinemas e compra de equipamentos para estúdio musical e preservação e divulgação do patrimônio histórico e cultural.

DESENVOLVIMENTO CULTURAL
Presente em todas as regiões do Estado, o FEC confirma sua relevância em prol do desenvolvimento cultural mineiro, já que mais de 86% dos projetos aprovados foram apresentados por entidades do interior. Desde 2006, ano de sua criação, foram disponibilizados cerca de R$ 28 milhões para a modalidade “Liberação de Recursos Não Reembolsáveis”, contemplando 397 projetos em 177 municípios.

QUEM PODE SE INSCREVER
Na modalidade “Liberação de Recursos Não Reembolsáveis”, podem se inscrever, exclusivamente, as entidades de direito público (prefeitura ou fundação de natureza cultural vinculada à prefeitura) ou pessoas jurídicas de direito privado sem fins lucrativos, com objetivo e atuação culturais, que apresentem projetos artístico-culturais.

Na categoria “Financiamento Reembolsável”, podem se inscrever as pessoas jurídicas de direito privado, com ou sem fins lucrativos, também com objetivo e atuação culturais, que apresentem projetos que visem à criação, à produção, à preservação, à divulgação de bens, às manifestações culturais no Estado e à realização de investimentos fixos e mistos, inclusive aquisição de equipamentos, relativos a projetos de comprovada viabilidade técnica, social, cultural, econômica e financeira, compatíveis com os objetivos do FEC.

Durante o período de inscrições, os projetos poderão ser enviados pelos Correios ou entregues pessoalmente na Superintendência de Fomento e Incentivo à Cultura da Secretaria de Estado de Cultura, na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, Prédio Gerais, 5º andar, Rodovia Prefeito Américo Gianetti, s/nº, bairro Serra Verde, Belo Horizonte, CEP: 31630-901. O edital está disponível no www.cultura.mg.gov.br. Mais informações pelos telefones (31) 3915-2719, (31) 3915-2720 e (31) 3915-2647. (MINC)












quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

ProCultura: Música

Prazo de inscrição para Prêmio de Apoio a Festivais termina neste sábado


Dia 11 de dezembro, próximo sábado, termina o prazo de inscrição para o Prêmio ProCultura de Apoio a Festivais e Mostras de Música de 2010, que distribuirá um total de R$ 5,8 milhões. O valor dos prêmios varia de R$ 25 mil a R$ 200 mil.

O objetivo é incentivar ações culturais que promovam a realização de espetáculos, festivais e mostras nacionais e internacionais de música popular ou erudita, além de atividades de formação, difusão e reflexão na área musical, realizada no Brasil. As inscrições devem ser feitas por meio do sistema SalicWeb – Sistema de cadastramento de propostas culturais na internet, disponível no portal do Ministério da Cultura.

Além desse edital, o Ministério da Cultura divulgou no Diário Oficial da União, no me de outubro, outras duas seleções públicas com a finalidade de estruturar investimentos diretos na música. Juntos, os três editais totalizam R$ 11,8 milhões do Fundo ProCultura de Músca, um dos fundos setoriais do FNC - Fundo Nacional da Cultura.

O  Prêmio de Apoio a Banda de Música reserva R$ 4,5 milhões para a compra de instrumentos de sopro e de percussão. Serão selecionadas 176 bandas de todo o país.

Podem participar conjuntos musicais denominados “Banda de Música”, “Banda Sinfônica”, “Banda de Concerto”, “Banda Musical”, “Banda Filarmônica”, “Sociedade Musical”, com atividades de capacitação à formação de instrumentistas, compostos por pelo menos 15 músicos, e que estejam em funcionamento há pelo menos seis meses.

Do terceiro edital, o Prêmio ProCultura Palcos Musicais Permanentes, poderão participar pessoas jurídicas, com ou sem fins lucrativos, de natureza privada ou cultural, que possuam teatro, arena, galpão, sala de espetáculos, lona, dentre outros aparelhos culturais com infraestrutura logística e técnica necessária para a realização de espetáculos, concertos ou shows musicais, com pelo menos um ano de atividades permanentes. A capacidade de público dos espaços contemplados não poderá exceder 600 pessoas. O Edital, que terá investimento total de R$ 1,5 milhão, selecionará 15 projetos, e cada um dos contemplados receberá o valor de R$100 mil. (MinC)

Natal

APAE apresenta Auto de Natal nessa quinta-feira
A APAE de Montes Claros apresenta nessa quinta-feira, 09/12, o espetáculo “Auto de Natal – Baile do Menino Deus”. A apresentação acontece na praça de eventos do Montes Claros Shopping Center a partir das 19h, com entrada gratuita. Ao todo 13 alunos participam da apresentação, que é uma adaptação da obra de Ronaldo Correia e Assis Lima.

Foram dois meses de ensaios e muito treinamento. O texto sofreu adaptações para melhor apresentação dos alunos no dia do espetáculo. A história remonta o nascimento de Jesus, onde crianças de uma cidade aguardam atentas para saber em qual casa ocorrerá o seu nascimento. As crianças são guiadas por uma estrela, que indica o local onde Jesus nascerá.

A história foi também regionalizada. Os Três Reis Magos ganharão na apresentação da APAE um toque Norte Mineiro, com os Catopês, Caboclinhos e Marujos. Ao fim as crianças encontram a casa onde Jesus nascerá e fazem uma grande festa.

Cinema

Tropa de Elite 2 é o filme mais visto do cinema brasileiro


Dirigido por José Padilha, “Tropa de Elite 2” já é considerado o filme mais visto da história do cinema brasileiro, com um total de 10.736.995 espectadores acumulado após nove semanas de exibição. As informações foram divulgadas pela assessoria do filme, ontem, 8, e confirmada pelo instituto Filme B.

O longa ultrapassou “Dona Flor e seus dois maridos” (1976), antigo campeão, em 1.470 ingressos vendidos. No total, “Dona Flor” foi visto por 10.735.525 de pessoas. Em cartaz desde outubro deste ano, “Tropa 2” se mantém nos cinemas com 331 cópias.

De acordo com Marco Aurélio Marcondes, responsável pela distribuição, os números de exibição dos últimos dias ainda não estão completos e vão aumentar.

– Estamos muito felizes. Nas últimas semanas liberamos mais cópias para cidades do interior, como Cruzeiro do Sul, no Acre, e Machado, em Minas Gerais, explica.

Em novembro, o filme de Padilha atingiu a marca de 10 milhões de espectadores e sagrou-se o mais visto em 2010 no Brasil, entre longas nacionais e internacionais. Em Montes Claros, de acordo com uma rede de cinemas instalada em um shopping da cidade, “Tropa de Elite 2” foi recorde de bilheteria, ultrapassando sagas internacionalmente conhecidas como “Crepúsculo” e Harry Potter”.

Continuação do longa de 2007, premiado com o Urso de Prata no Festival de Berlim, “Tropa de elite 2” mostra seu protagonista, o policial do Bope Nascimento (Wagner Moura), combatendo novos inimigos: políticos corruptos e as milícias que agem nas favelas cariocas.

A segunda parte do filme dá um salto de 15 anos em relação à trama original e traz o ex-capitão do Bope, promovido pelo subsecretário da Segurança Pública, também em confronto com um ativista dos direitos humanos, vivido por Irandhir Santos.

“Tropa 2” foi lançado sob forte esquema antipirataria, que inclui instruções do Bope segundo o diretor José Padilha. Além de não ter produzido cópias digitais, somente película, a sessão premiére no Teatro Municipal de Paulínia, no interior paulista, incluía revista em bolsas com apreensão de câmeras e celulares de convidados, além de portas com detectores de metais na sala de exibição.

Segundo o diretor, tanta precaução se referia ao “trauma” sofrido em 2007, quando o filme foi pirateado e se tornou o fenômeno nos camêlos. Estima-se que 11 milhões de pessoas tenham assistido a um DVD pirata do filme antes de sua estréia.

Confira o ranking de público dos 10 maiores filmes do cinema brasileiro

01 Tropa de Elite - Out/10 - 10.736.995

02 Dona Flor e seus dois maridos - Nov/76 - 10.735.524

03 A dama do lotação - Abr/78 - 6.509.134

04 Se eu fosse você 2 - Jan/09 - 6.112.851

05 O Trapalhão nas minas do Rei Salomão - Ago/77  - 5.786.226

06 Lúcio Flávio, passageiro da agonia - Nov/77 - 5.401.325

07 Os dois filhos de Francisco - Ago/05 - 5.319.677

08 Os saltimbancos Trapalhões - Dez/81 - 5.218.478

09 Os Trapalhões na guerra dos planetas - Dez/78 - 5.089.970

10 Os Trapalhões na Serra Pelada - Dez/82 - 5.043.350

Natal reciclado


Enfeites natalinos embelezam bairro da cidade com arte feita através de material reciclável

O bairro São Judas Tadeu recebeu decoração especial de Natal na noite de ontem, 8, com as ações do Projeto “Natal Reciclado. A decoração foi feita na avenida São Judas Tadeu, 638, próximo à linha férrea.

A ideia é decorar praças, avenidas, ruas e prédios públicos utilizando materiais recicláveis, contribuindo assim, com o aumento na renda familiar de 100 pessoas previamente cadastradas e beneficiadas pelo projeto. Os inscritos nas atividades fazem parte da população assistida pelo Bolsa Família.

O projeto que, todo ano, apresenta novas esculturas à cidade e contribui para a preservação ambiental, tem maior abrangência em 2010.

De acordo com Ivonilde Pimenta, chefe de divisão de Desenvolvimento Sustentável e Cidadania, o objetivo é levar a alegria do Natal para os bairros. - Além desta ampliação, as artesãs elevam a auto estima, aprendem sobre empreendedorismo, geração de renda e inclusão social, observa.

Ivonilde ressalta ainda que a inauguração do projeto prepara surpresas.

– Este ano, o projeto é piloto e acontece no bairro São Judas. Nos próximos anos, queremos levar a ideia para vários outros bairros de Montes Claros – ressaltou.